FÍSICA E MÚSICA

Aprenda física na música (e vice-versa)

A música está diretamente relacionada à inspiração, ao talento e a elementos cognitivos. Porém, ao contrário do que muitas pessoas pensam, ela não é caótica e imprevisível: ela resulta de padrões e estruturas da física que a tornam agradável ao ouvido humano.

Isso quer dizer que a música segue princípios básicos da física e da matemática. Os gregos do período Antigo consideravam, inclusive, que a música era um tipo de ciência, tão importante quanto a filosofia, a geografia e a história.

Lembra do filme de animação Fantasia? Nela, o Mickey aprendia sobre música e matemática como dois aspectos de uma mesma realidade. É por isso que pesquisas científicas têm descoberto que aprender a tocar instrumentos musicais estimula o cérebro e facilita o aprendizado em cálculos e linguística.

Vamos ver o que podemos aprender com a música que serve para a física e vice-versa?

Ondas: O som é formado por ondas, que por sua vez são formadas pela vibração de diferentes objetos. O canto, por exemplo, reflete a vibração das cordas vocais e do aparelho fonador. Já o violino e o violão funcionam com base na vibração das cordas.

Acústica: É a área da física que estuda os elementos musicais. Esse campo investiga a propagação das ondas sonoras em diferentes meios, já que o som é uma onda mecânica que vibra e se locomove pelo ar, pela água, pelos sólidos e mesmo no plasma.

Som: O som nada mais é do que uma onda mecânica, que se propaga em todas as direções (tridimensional) e cuja vibração é paralela à propagação (longitudinal).

Frequência da onda: a frequência caracteriza a nossa percepção de grave e agudo. Quanto mais grave for uma nota, mais baixa é a altura do som e menor é a sua frequência. Ao contrário, quanto mais aguda for uma nota, maior será a altura do som e a sua frequência. Em termos práticos, a nota “mi” apresenta uma frequência menor que o “lá”.

Altura da onda: altura na física e na música não tem nada a ver com volume, como normalmente usamos para dizer se o som da TV está muito alto ou muito baixo. A altura no mundo musical está relacionada à frequência na física, mas enquanto na primeira ela é “medida” em notas musicais, definindo dó, ré, mi, fá, sol, lá e si, na física a frequência é medida em Hertz (Hz). Além disso, sons mais graves são mais baixos e sons agudos mais altos, portanto, a voz masculina é mais baixa do que a voz feminina.

Interferência: é o que acontece quando duas ondas se encontram. Mas existem duas formas de interferência. Quando o seu perfil é construtivo, as ondas se unem e podem aumentar a amplitude uma da outra. Mas quando é destrutivo, elas se anulam, produzindo silêncios.

Comprimento de onda: é a distância entre ciclos em uma onda, ou a distância entre duas cristas de onda. Quanto mais grave for o som, maior será o comprimento da onda, enquanto sons agudos têm menos comprimento de onda. O comprimento é sempre inversamente proporcional à frequência.

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VIOLINOS: MODELOS E QUALIDADES.

Você sabia que os violinos tem diferentes modelos e qualidades?

O violino é um instrumento musical inventado no século XVI e que ainda hoje exerce fascínio sobre qualquer amante ou leigo da música, tanto pela sua forma quanto pela inconfundível sonoridade musical.

Apesar do encantamento, poucos são aqueles fisgados a ponto de iniciarem aulas para aprender a tocar o instrumento. Afinal, além da complexidade técnica, que exige anos de dedicação teórica e prática, as pessoas costumam acreditar que os violinos são caros e inacessíveis.

Na verdade, o preço deles é extremamente flexível, pois enquanto existem os raríssimos Stradivarius vendidos por milhões de dólares, o mercado musical também oferece opções bem mais acessível e com qualidade para estudantes.

Conheça mais sobre os diferentes modelos e qualidades de violinos e escolha aquele que funcionará como a extensão dos seus braços!

Principais modelos e suas características

Existem várias marcas de violinos, cada qual com diversas opções de modelos e preços. Porém, é possível dividir o mercado em 4 categorias principais: estudante, intermediário, profissional e superviolinos.

Os modelos para estudante, como são chamados nas lojas, são produzidos em larga escala nas fábricas e com matéria-prima de qualidade inferior, o que reduz o preço e aumenta a acessibilidade ao instrumento. Em contrapartida, tanto a durabilidade quanto a clareza sonora são questionáveis. A faixa de preço costuma variar entre R$200 e R$500 e normalmente os violinos da categoria C são os modelos de entrada das marcas.

Já os intermediários são mais simples do que os TOP de linha artesanais, mas, ao mesmo tempo, apresentam características superiores à categoria anterior. A técnica construtiva é funcional, a qualidade da matéria-prima é intermediária (na maioria das vezes a madeira é boa, apesar de não ser ótima) e há profissionais supervisionando a produção, o que resulta em uma linha de montagem um pouco mais atenta aos detalhes. Em termos de preço, instrumentos da categoria B variam de R$500 a R$1.200.

Os violinos profissionais são feitos de forma que mescla o processo de fabricação industrial e o artesanal. Os materiais são de excelente qualidade e cada instrumento é feito com atenção aos mínimos detalhes. Custam em média de R$1.000 a R$2.500.

Por fim, os superviolinos são feitos por mestres artesãos: os luthiers. Todos são feitos sob medida para o instrumentista e utilizam matéria-prima da melhor qualidade e acabamento impecável. A produção leva dias ou semanas para ficar pronta e o preço varia de acordo com a marca, idade da peça, grau de conservação e qualidade sonora – podendo chegar a milhões de dólares. São exemplos de violinos categoria AA os Stradivarius, os Guarnieris, os Stainers e os Amarati.

Como saber se o violino é bom?

É muito importante observar se a madeira do instrumento é fabricada ou se é de verdade. A primeira opção é comum entre modelos focados em estudantes, pois a matéria prima reduz os custos de produção e, consequentemente, o preço final da venda. Porém, a qualidade da madeira fabricada não é boa, e mesmo alunos iniciantes devem priorizar madeiras de verdade.

Com o verniz a lógica é a mesma: evitar os sintéticos, que abafam o som, e escolher modelos com verniz orgânico, como os de álcool e óleo. Isso afeta positivamente tanto a durabilidade do instrumento quanto a qualidade do som.

Além disso, antes de comprar um violino novo, é importante reparar no acabamento interno e externo para ver se encontra falhas (que podem ou não ser arrumadas em oficinas), manchas, resquícios de cola e anotações. E, se tiver alguma prática, é fundamental tocar o instrumento antes de adquiri-lo.

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Concertos com a Orquestra Sinfônica de Betim – CCBB-BH – novembro 2017

Na primeira apresentação da série de concertos, a Orquestra acompanhada de 4 jovens solistas executa obras de compositores como Stamitz, Haydn, Koussevitzky e Tchaikovsky.

Sob a regência de Márcio Miranda Pontes, a série Concertos com a Orquestra Sinfônica de Betim realiza em Belo Horizonte a primeira apresentação no dia 29 de novembro, quarta-feira, às 20 horas. Nesta edição, o palco do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) irá vibrar com obras de compositores famosos e com a participação especial de quatro jovens solistas. Os projetos culturais têm patrocínio do Instituto Unimed-BH, viabilizado pelo incentivo de médicos cooperados e colaboradores por meio da Lei Federal de Incentivo a Cultura.

O repertório inclui clássicos como o Concerto para Viola (1º mov) de Stamitz, o Concerto para Trompete (1º mov) e Concerto para Oboé (completo) do austríaco Haydn, o Concerto para Contrabaixo (3º mov) do russo Koussevitzky e Capriccio Italiano de Tchaikovsky. O concerto conta com a participação especial dos jovens solistas: Alfredo Ribeiro – Contrabaixo, Daniel Amaral – Viola, Renzo Costa – Trompete e Rosana Guedes – Oboé.

Ao todo, 74 instrumentistas com formação sinfônica completa (naipes das cordas, madeiras, metais e percussão) serão acompanhados por quatro solistas com idade entre 20 e 28 anos, que participam dos projetos de formação técnica e artística da Sociedade Artística Brasileira (SABRA), instituição que mantém a Orquestra Sinfônica de Betim.

Para esses jovens estudantes de música, a oportunidade de tocar ao lado de uma Orquestra é rara, uma vez que nas escolas de música os solistas costumam praticar com o acompanhamento do piano.

Os Concertos com a Orquestra Sinfônica de Betim fazem parte das iniciativas da SABRA para proporcionar maior inclusão social e disponibilizar capacitação, acesso e integração ao mundo do trabalho para jovens músicos. Além disso, a Instituição também atua para estimular a democratização e a popularização da música erudita, uma vez que este tipo de obra cultural é muito rica mas pouco acessível para a maioria da população brasileira.

 

Sobre a SABRA

A Sociedade Artística Brasileira (SABRA) é uma associação civil, sem fins lucrativos, fundada em 2013, em Belo Horizonte tendo sua sede atualmente em Betim, Minas Gerais. A organização realiza diversas ações, como a edição de manuscritos musicais antigos, e mantém a Orquestra Sinfônica de Betim, a Oficina Musical de Betim (que é uma escola de música), o Coro e Orquestra de Câmara Lobo de Mesquita e grupos de corais adultos e infantis tanto em Belo Horizonte quanto em Betim. Atua no ensino e na profissionalização da música sinfônica, de câmara e coral, focando suas atividades principalmente em crianças, adolescentes e jovens de maior vulnerabilidade social – apesar de haver também turmas adultas.
A instituição possui projeto registrado no Conselho Municipal de Assistência Social de Betim e é mantida por meio de doações e patrocínios, que auxiliam na inclusão social gratuita e continuada por meio de ações de proteção, inclusão e integração social dos alunos e participantes.

Sobre a Orquestra Sinfônica de Betim
A Orquestra Sinfônica de Betim é um projeto da SABRA que surgiu em 2014 como uma Orquestra de Câmara, composta somente por instrumentos da família das cordas. No ano seguinte, a formação sinfônica teve início com a abertura de vagas para os outros naipes.
O projeto beneficia 74 jovens músicos e estimula a profissionalização deles por meio de bolsas de incentivo e da formação técnica e artística. Desde a sua fundação, a Orquestra já empreendeu centenas de concertos e atingiu mais de 60 mil pessoas, entre público e artistas.

Instituto Unimed-BH

Associação sem fins lucrativos, o Instituto Unimed-BH foi criado em 2003 com a missão de conduzir o programa de Responsabilidade Social Cooperativista da Unimed-BH. Os projetos desenvolvidos têm na saúde sua área prioritária, mas mantêm interface com outros campos por meio de cinco linhas de ação: Comunidade, Meio ambiente, Voluntariado, Adoção de espaços públicos e Cultura.
Em 2016, mais de 1,4 milhão de pessoas foram beneficiadas, direta e indiretamente, pelo Programa Cultural Unimed-BH. Mais de 4,5 mil médicos cooperados e colaboradores viabilizam este Programa ao escolher destinar parte do seu Imposto de Renda para o fomento de projetos socioculturais. A cada ano, as atividades conquistam aprovação e confiança, ampliando-se as adesões.

 

Ministério da Cultura, Instituto Unimed-BH e SABRA apresentam a série:

Concertos com a Orquestra Sinfônica de Betim no CCBB-BH
Data: 29 de novembro, quarta-feira
Horário: 20 horas
Regência: Márcio Miranda Pontes
Participação especial dos solistas: Alfredo Ribeiro – Contrabaixo | Daniel Amaral – Viola | Renzo Costa – Trompete | Rosana Guedes – Oboé
Programa: Stamitz, Haydn, Koussevitzky e Tchaikovsky
Local: Centro Cultural Banco do Brasil – Praça da Liberdade, 450 – Funcionários, Belo Horizonte – MG
Telefone: (31) 3431-9400
Valor dos ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)

Textos fundamentais


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– Os projetos da @sabrabrasil são realizados com o patrocínio máster: @institutounimedbh, viabilizado pelo incentivo de mais de 5,7 mil médicos cooperados e colaboradores via Lei de Incentivo à Cultura – @culturagovbr

MÚSICA E DÉFICIT DE ATENÇÃO

Música é aliada no tratamento de crianças e jovens com Déficit de Atenção (TDAH)

A música tem sido cada vez mais utilizada para auxiliar o tratamento de crianças e jovens com Déficit de Atenção (TDAH). Tanto cantar quanto ouvir música e tocar instrumentos tem apresentado ótimos resultados. As atividades reduzem a ansiedade, aumentam a capacidade de foco e concentração, provocam relaxamento e, com tudo isso, melhoram a qualidade de vida de quem sofre com TDAH.

O que é TDAH?

O nome completo do TDAH é Transtorno do Deficit de Atenção com Hiperatividade. É um tipo de transtorno neurobiológico que se manifesta nos primeiros anos de vida das crianças e, por isso, deve ser diagnosticado o quanto antes.

Sintomas como a desatenção, a inquietude/hiperatividade e a impulsividade podem aparecer em maior ou menor intensidade e de forma combinada ou isolada. Como esses elementos são comuns em crianças enérgicas e que não necessariamente sofrem de TDAH, o diagnóstico só pode ser fornecido por um médico – geralmente neurologista.

Dados da Associação Brasileira do Deficit de Atenção apontam que, no Brasil, cerca de 3% a 5% das crianças possuem a síndrome. O principal medicamento para ajudar no controle dos sintomas é metilfenidato, ou ritalina, como é conhecida comercialmente.

Apesar de o remédio ser controlado (tarja preta), uma pesquisa da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) relatou um aumento de 775% no consumo da ritalina entre os anos de 2002 e 2013, o que serve como um alerta para pais e médicos.

Como a música auxilia no tratamento?

Como já falamos, somente um especialista é capaz de fazer uma avaliação correta e indicar o uso da ritalina. Porém, os tratamentos alternativos ou complementares à medicina alopática que utilizam a música tem apresentado resultados excelentes e estão ajudando a melhorar a vida de quem sofre com TDAH.

A musicoterapia, por exemplo, que é uma intervenção clínica da área da saúde bastante eficaz no tratamento de diversos distúrbios, tem o acompanhamento de um profissional graduado na área e que seguem métodos e procedimentos científicos de tratamento musical. Além disso, para ser atendido o paciente não precisa ter nenhum conhecimento musical prévio.

Crianças e jovens também podem desenvolver foco, disciplina e capacidade de concentração aprendendo a tocar algum instrumento em aulas de música. Para dominar guitarra, bateria, violão e piano, por exemplo, o aluno precisa desenvolver várias habilidades, como a coordenação motora e a leitura de partituras, o que exige dedicação e atenção.

Com o canto ocorre o mesmo processo. Coordenar respiração, afinação, controle da voz e harmonia com as vozes do coletivo estimula a sociabilidade, a disciplina, reduz os níveis de estresse e ansiedade (muito comuns em hiperativos) e, consequentemente, também impacta de forma positiva na autoestima e no bem-estar.

Acontece que a música é formada por padrões e ritmo, que por sua vez são uma forma de estrutura, e o pensamento linear é extremamente benéfica e tranquilizante para o cérebro de quem sofre com TDAH.

Mas é muito importante que a atividade seja levada para os hiperativos de maneira prazerosa, pois somente quando a pessoa sente prazer é que o cérebro dispara dopamina no corpo. Este neurotransmissor é responsável pela atenção, memória e motivação, elementos em falta nos hiperativos e que estimulam o relaxamento e a calma.

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MUSICOTERAPIA.

Parece óbvio dizer que a musicoterapia é uma forma de terapia que utiliza a música como ferramenta, certo? Mas isso também não explica muita coisa sobre essa complexa e benéfica forma de intervenção terapêutica, com capacidade para auxiliar no tratamento de várias limitações psicoemocionais, cognitivas e até espirituais, em crianças, jovens, adultos e idosos.

Por isso, vamos dedicar um texto a ela, porque além de ser uma terapia é também uma profissão da área da saúde que pode ser uma alternativa para músicos amadores e profissionais.

Afinal, o que é a musicoterapia?

É uma terapia que utiliza diversas formas de expressão verbal e não verbal, como a dança, a voz, a audição, o canto e os instrumentos musicais para estimular a comunicação e tratar pacientes com dificuldades em uma ou mais áreas da vida.

A musicoterapia é utilizada tanto no tratamento de patologias como na prevenção, e o paciente não precisa ter conhecimento prévio em música. Diversas instituições renomadas no Brasil, por exemplo, contam com musicoterapeutas no quadro de funcionários para oferecer um atendimento mais humanizado e integral.

Quais os benefícios da musicoterapia?

A musicoterapia é indicada para o tratamento de diversos problemas que afetam a saúde mental, física e social dos pacientes.

Ela apresenta resultados satisfatórios em casos de depressão, estresse, ansiedade, fobias, obesidade, TDH, derrame (AVC) e reabilitação de pacientes. Também é indicada na educação de pessoas com necessidades especiais, na geriatria, como tratamento em clínicas e SPAs e pode ser incorporada nas atividades que as empresas oferecem aos seus funcionários.

Entre os benefícios, a técnica promove o bem-estar dos pacientes, ajuda no alívio da dor, na redução dos níveis de stress e ansiedade, melhora a socialização, a memória, a expressão e, com isso, promove elevação da qualidade de vida. Pode ser uma terapia isolada ou auxiliar no tratamento de outras patologias, como câncer, HIV e recuperação pós-cirúrgica.

Há dois tipos de tratamentos: o passivo e o ativo. Nas consultas passivas, o paciente tem papel receptivo e absorve a música ou o canto executado pelo profissional. Essa opção é utilizada principalmente quando o paciente tem limitações motoras ou muita dificuldade em realizar as atividades. Porém, na maioria dos casos o atendimento é ativo, ou seja, o paciente é o protagonista das atividades de interpretação e improvisação musical.

O que é preciso para se tornar musicoterapeuta?

Só pode exercer essa atividade quem tem formação específica em Musicoterapia. O curso superior tem duração de 4 anos e é oferecido em diversas universidades públicas e privadas, e há também cursos de pós-graduação.

O primeiro curso formal na área foi criado em 1944 nos Estados Unidos, mais precisamente na Universidade de Michigan. Ele resultou de experiências terapêuticas aplicadas em ex-combatentes da Segunda Guerra Mundial, e os procedimentos e métodos ali iniciados deram origem à profissionalização do campo.

No Brasil, é comum as universidades exigirem algum tipo de formação musical como pré-requisito, para garantir que o aluno tenha um melhor aproveitamento das aulas. Já o curso em si é caracterizado por um perfil multidisciplinar e oferece conhecimentos nas áreas da saúde, artes e ciências humanas, tais como música, musicoterapia, anatomia, neurologia, fisioterapia e dramatização, entre outros.

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MERCADO DE TRABALHO.

Como é o mercado de trabalho para músicos no Brasil?

A cultura brasileira é musicalmente riquíssima e as produções nacionais são exportadas com frequência para todo o mundo. Clássicas canções da MPB fazem parte de filmes em diversos países, assim como músicas mais modernas e recentes embalam as pistas de dança mundo afora, como o funk carioca.

Mas a profissão de músico no Brasil ainda é pouco valorizada e os jovens que escolhem seguir este caminho devem estar preparados para “buscar o seu lugar ao sol”, como se diz popularmente. Afinal, para alcançar uma boa renda com a profissão ou mesmo fazer sucesso é preciso muita proatividade, flexibilidade, talento e dedicação.

Apesar das inúmeras possibilidades que a carreira apresenta, poucos são os que conseguem viver com uma única renda – e a maioria atua em vários segmentos ao mesmo tempo.

Possibilidade de carreira

Os músicos amadores e profissionais podem atuar em diversos campos e carreiras, e dependendo do objetivo profissional, algumas habilidades são mais ou menos importantes. Quem deseja seguir a profissão de cantor(a) deve buscar a maestria na voz e também conhecer sobre arranjo e harmonia.

Já aqueles que sonham com a carreira de compositores ou arranjadores, que são os profissionais que criam letras e partituras para cantores e músicos ou mesmo para trilhas sonoras, precisam ter uma formação bem completa. Essa área de atuação ainda está crescendo no Brasil, mas já é bem consolidada em países europeus e nos Estados Unidos.

Outra possibilidade de carreira para os músicos é o ensino e a pesquisa. É possível dar aulas no Ensino Fundamental, no Ensino Médio e mesmo nos cursos universitários de Graduação e Pós-Graduação. Em todos os casos, a licenciatura em música é pré-requisito, e para passar em concursos nas Universidades, é fundamental ter especialização ou mestrado e doutorado.

Os instrumentistas podem fazer parte de orquestras ou bandas, tocar em estúdio e mesmo atuar no mercado publicitário. Para ser um bom profissional, é essencial dominar diversos instrumentos musicais.

E quem gosta dos estúdios pode investir na área de produção musical. O caminho tem muitas portas abertas, pois a indústria musical movimenta bilhões de dólares em todo o mundo. Nesse caso, além do curso universitário em música, é possível optar pela engenharia sonora ou mesmo por uma especialização em gestão de negócios.

E para os fãs da música erudita, existe a possibilidade de investir na formação em regência. O regente de uma orquestra é responsável por criar harmonia e unicidade entre os instrumentistas nos treinos e apresentações, mas também tem outras atribuições administrativas.

Mercado de trabalho no Brasil

No Brasil, a parcela da população que consome música erudita é pequena. Por isso, quem busca formação clássica também precisa estar aberto para atuar em outras áreas, como música popular brasileira e mesmo acompanhar bandas de sertanejo, rock, axé e pop.

Em termos formais, não é preciso ter diploma universitário para exercer a profissão. Porém, em alguns casos é exigido uma carteira profissional emitida pela Ordem dos Músicos do Brasil (OMB), autarquia federal que regulamenta a profissão e os interesses da classe. E para lecionar, a formação acadêmica completa é obrigatória.

De acordo com a lei, todos os músicos devem ter contrato com seus empregadores, mesmo as bandas que se apresentam em bares e casas de show. Porém, na prática isso não acontece com a frequência que deveria, o que aumenta a insegurança profissional.

E os jovens músicos devem estar preparados, acima de tudo, para diversificar sua fonte de renda, pois mesmo instrumentistas de orquestra com contrato fixo ou professores universitários costumam ter mais de uma atividade profissional. É comum encontrar músicos que dão aulas particulares, tocam com banda própria, são contratados para acompanhar artistas e compõe jingle publicitário, tudo ao mesmo tempo.

Apenas aqueles raros músicos que atingem o auge do sucesso conseguem viver bem com uma única renda. Mas a maior parte dos profissionais brasileiros, precisa dominar diversas áreas de atuação. Por isso, a dica para os jovens que sonham em seguir essa carreira é dedicar-se ao estudo teórico e à prática, mas também desenvolver uma ampla rede de contatos e ser flexível quanto às possibilidades futuras.

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